Bandeirinhas para a Festa Junina
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
| Dona Gisleine Coordenadora Pedagógica |
Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política,social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, "a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso."
Já segundo Clementi (apud Almeida), cabe ao coordenador "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
| Diretora Dona Ruth |
Como um maestro, o líder da equipe concilia o trabalho pedagógico com o administrativo
É possível fazer uma comparação entre o trabalho de um maestro e o de um diretor de escola. Ambos são líderes e regem uma equipe. O primeiro segue a partitura e é responsável pelo andamento e pela dinâmica da música. O segundo administra leis e normas e cuida da dinâmica escolar. Os dois servem ao público, mas a platéia do "regente-diretor" não se restringe a bater palmas ou vaiar. Ela é formada por uma comunidade que participa da cena educacional.
Mais do que um administrador que cuida de orçamentos, calendários, vagas e materiais, quem dirige a escola precisa ser um educador. E isso significa estar ligado ao cotidiano da sala de aula, conhecer alunos, professores e pais. Só assim ele se torna um líder, e não apenas alguém com autoridade burocrática. Para Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo e consultor, há três perfis básicos nessa função:
O administrador escolar - mantém a escola dentro das normas do sistema educacional, segue portarias e instruções, é exigente no cumprimento de prazos;
O pedagógico - valoriza a qualidade do ensino, o projeto pedagógico, a supervisão e a orientação pedagógica e cria oportunidades de capacitação docente;
O sociocomunitário - preocupa-se com a gestão democrática e com a participação da comunidade, está sempre rodeado de pais, alunos e lideranças do bairro, abre a escola nos finais de semana e permite trânsito livre em sua sala.
Como é muito difícil ter todas essas características, o importante é saber equilibrá-las, com colaboradores que tenham talentos complementares. Delegar e liderar devem ser as palavras de ordem. E mais: o bom diretor indica caminhos, é sensível às necessidades da comunidade, desenvolve talentos, facilita o trabalho da equipe e, é claro, resolve problemas.
O pedagógico - valoriza a qualidade do ensino, o projeto pedagógico, a supervisão e a orientação pedagógica e cria oportunidades de capacitação docente;
O sociocomunitário - preocupa-se com a gestão democrática e com a participação da comunidade, está sempre rodeado de pais, alunos e lideranças do bairro, abre a escola nos finais de semana e permite trânsito livre em sua sala.
Como é muito difícil ter todas essas características, o importante é saber equilibrá-las, com colaboradores que tenham talentos complementares. Delegar e liderar devem ser as palavras de ordem. E mais: o bom diretor indica caminhos, é sensível às necessidades da comunidade, desenvolve talentos, facilita o trabalho da equipe e, é claro, resolve problemas.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/papel-diretor-423393.shtml - acesso: 09/06/11
sábado, 7 de maio de 2011
Projeto Dia das Mães
Dia 08 de Maio dias das Mães
Alunos atendidos: Fundamental I
Duração: 01 semana
Objetivos:
- Homenagear as mães;
- Valorizar o trabalho da mãe;
- Desenvolver a criatividade do aluno;
- Produzir poesias para as mães;
- Incentivar a leitura e pesquisa.;
Desenvolvimento:
- Confecção de bilhetes para as mães;
- Leitura de textos sobre as mães;
- Confecção de lembrancinhas para oferecer no Dia das Mães;
- Escrita de cartões para o Dia da Mães;
- Montagen de um livrinho de receitas para as mães;
- Desenho no Paint com o tema e dedicatória para as mães;
- Exposição das atividades no mural da escola.
Introdução
No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.
História do Dia das Mães: Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.
Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.
Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar
Projeto Índio
19 de Abril dia do Índio
Alunos atendidos: Fundamental I
Tempo de desenvolvimento: 01 semana
Atividades desenvolvimentos nas Oficinas/Período da tarde
Objetivos:

Alunos atendidos: Fundamental I
Tempo de desenvolvimento: 01 semana
Atividades desenvolvimentos nas Oficinas/Período da tarde
Objetivos:
- Conhecer as histórias dos índios brasileiros;
- Identificar os costumes indígenas;
- Saber citar quais as influências dos índios em nossa cultura;
- Relatar como os índios vivem ultimamente no Brasil;
- Leitura informativa;
- Leitura de texto sobre o tema;
- Caça-palavras;
- Cruzadinhas;
- Confecção de máscaras ;
- Confecção de adorons;
- jogos diversos com temas indígenas;
- Pesquisa sobre os índios;
- Confecção de cartazes;
- Músicas;

sábado, 16 de abril de 2011
FELIZ PÁSCOA
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PROJETO PÁSCOA
ENSINO FUNDAMENTAL I
ABRIL/2011
OBJETIVOS:
- CONHECER O SIGNIFICADO DA PÁSCOA
- CONHECER OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA E SEUS SIGNIFICADOS
- DESENVOLVER A CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO
- VIVENCIAR O SENTIDO DA PÁSCOA
- COOPERAÇÃO
- MÚSICAS
- POEMAS
- PESQUISA NAS AULAS DE INFORMÁTICA
- ARTES
- ATIVIDADES DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA
- CAÇA-PALAVRAS - LIGUE E PINTE - LABIRINTO - DESAFIOS
- PRODUÇÃO DE TEXTO
- LEITURA
- JOGOS
- LEBRANCINHAS
- PÁSCOA COMPARTILHADA
SÍMBOLOS DA PÁSCOA
A VELA
Representa o Cristo Ressuscitado que deixou o túmulo, radioso e vitorioso. Na vela pascal, ficam gravadas as letras alfa e ômega, significando que Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no Círio Pascal. Nas casas cristãs, é comum o uso da vela no centro da mesa no almoço de Páscoa.
OS SINOS - Cantam a alegria da Ressurreição expressa nos cânticos de Aleluia. Tocando festivamente, anunciam novos tempos, alma nova nas criaturas.
O CORDEIRINHO - Na Páscoa da antiga Lei, era sacrificado um cordeirinho. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
OS OVOS - O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com vida. Simboliza a Ressurreição.
O COELHO - Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da própria instituição, que está espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da Ressurreição.
TRIGO E UVA - Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas de pães e jarras de vinho.
O PEIXE - O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina, trazidas a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
O GIRASSOL - O girassol tem um simbolismo especial, pois está sempre voltado para o Sol, astro-rei, assim como nossas almas, que devemos estar viradas para o Divino – Sol, ou seja, Cristo Ressuscitado.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Dia do Circo 27 de março
A data foi instituída em razão de seu nascimento, no ano de 1897, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.
Foi homenageado pelos intelectuais da semana de arte moderna (Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, e outros) em 1922, como o maior artista popular brasileiro.
Em dois de agosto de 1931 recebeu uma homenagem de Mário de Andrade, através de uma crônica que demonstrava seu encantamento com a arte do circo de Piolim.
Um dos maiores sonhos desse palhaço era montar uma escola circense, para manter as tradições artísticas e culturais do circo, mas morreu antes de concretizá-lo, aos 76 anos de idade, no ano de 1973.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-circo27-marco.htm
segunda-feira, 21 de março de 2011
Leitura - Higiene Pessoal
Professora: Ivanete I. Abreu
- Editora: Do Brasil
Zé descalço vivia sujo. Não gostava de tomar banho nem de lavar as mãos antes de comer. Estava sempre doente, com a barriga inchada, fraquinho. Até que sua mãe, cansada de reclamar da sua falta de higiene pessoal, resolveu levá-lo ao médico que constatou a verminose. Depois de mudar seus hábitos e de tomar remédio ele ficou bom. O livro é um reconto de Jeca Tatu de Monteiro Lobato.
Após a leitura os alunos registraram o que aprenderam com o Zé Descalço:
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